A 24x7 TV Live transforma o que uma celebridade grava, quando quiser, em um canal que opera sozinho, publica em cinco redes, em três idiomas, e gera receita. A celebridade entra com a voz e o conteúdo. Nós entramos com a operação. Ninguém paga mensalidade.
Uma celebridade do esporte já tem o que um canal precisa: público, patrocinadores e muitas horas de conteúdo gravado. O que falta é agilidade para transformar esse conteúdo em uma programação viva, atual, 24 horas. O processo de edição e montagem ainda é lento, porque depende de operação humana. Na prática, o canal não publica no ritmo necessário para motivar a audiência a assistir todos os dias.
Um vídeo de longa duração, como um evento, pode ser dividido em reels e clipes curtos, reaproveitados em outros formatos. O sistema faz essa divisão. De um produto, saem vários subprodutos.
Contratar uma produtora é, na prática, contratar pós-produção. Todo o problema é de pós-produção. Montar uma equipe só de pós-produção para a dinâmica de um canal 24 horas aumenta muito o custo.
O sistema 24/7 executa as tarefas de pós-produção automaticamente, como pesquisa de imagens e fotos, e elimina o processo convencional e artesanal de qualquer produtora.
A celebridade fala com o canal como fala com uma pessoa. Manda um áudio pelo WhatsApp dizendo o que quer ver publicado. Em poucos minutos recebe uma prévia e aprova com um toque. Todo o resto acontece sem a participação dela.
A celebridade manda um áudio ou um vídeo pelo WhatsApp. "Quero um corte do gol de ontem com legenda em inglês."
Está sempre ativo. Transcreve o áudio, entende o pedido e localiza o material no acervo.
Cada um com uma função: roteiro, corte, legenda, tradução, dublagem, capa e texto da publicação.
Uma amostra volta pelo WhatsApp para a celebridade ou para o administrador do canal.
Um toque aprova, outro pede ajuste. Enquanto a operação for híbrida, nada é publicado sem essa aprovação.
O conteúdo sai nas cinco redes, nos três idiomas, e entra na programação do canal 24 horas.
A celebridade não contrata ninguém e não paga mensalidade. Ela entra com o nome, o conteúdo e os patrocinadores que já tem. A FIL.ME entra com a tecnologia e a operação. A receita é dividida entre as partes.
Patrocinadores da celebridade. As marcas que já pagam pelo nome passam a contar com um canal de programação diária, em cinco redes e três idiomas. Mais inventário, dentro do mesmo contrato.
Monetização das plataformas. Anúncios do YouTube, bônus de reels e programas de criadores das outras redes.
Escala. A mesma estrutura atende o segundo canal com custo adicional baixo.
Automatizar tudo no primeiro dia é a forma mais rápida de publicar um erro em nome de uma celebridade. Por isso a operação começa híbrida: o sistema produz, uma pessoa aprova e tudo fica registrado.
Temas, tom, fontes e licenças definidos antes do primeiro clipe. Cada clipe passa por controles técnicos, de direitos e de conteúdo. Se for reprovado, não entra na programação.
Sinal da transmissão, avisos de direitos autorais e chat monitorados. Alerta imediato no WhatsApp e um botão que troca para conteúdo seguro.
Cada clipe guarda o pedido, as fontes, as verificações e quem aprovou. Relatório semanal com publicações, alcance por rede e por idioma e receita por fonte.
Cadu Salles, direção. A conversa começa com uma demonstração usando o conteúdo do próprio canal.